16 janeiro 2009

Porque à distância de uns dias é mais fácil...

Dizer adeus a um mundo do qual nunca nos queremos despedir...
Assistir penosamente à passagem de cada minuto, numa espécie de contagem decrescente até ao momento da partida.
Querer aproveitar tudo e todos, ver e ser vista, viver sofregamente... em corrida contra o tempo... estar em muitos lugares.
E tanto, tanto que fica por fazer e por dizer, até à próxima... ou tantas vezes até nunca mais.

Assim é este destino de viver entre duas dimensões tão distintas. Uma que se ama porque nos está no sangue, na alma, na memória, no passado, no presente.
A outra que se aprendeu a amar, porque nela se respira todos os dias... porque é ela o presente, o futuro... porque nos trouxe mais, muito mais...amizade, carinho, experiência... uma outra vida.

Juntá-las no mesmo mundo seria perfeito.
Combater essa impossível realidade significa chorar na hora de partir, dizer adeus com a garganta embargada.
Desejar, no intímo, que aquele mundo esteja igual quando voltarmos... as mesmas pessoas, a mesma vida, o mesmo jeito acolhedor para receber a menina que regressa ao berço, ao refúgio, ao abrigo...

E fazer planos de voltar em breve... muito em breve.

2 comentários:

Andreia Valente disse...

Como compreendo este post!...

Beijinho, tudo a correr bem!

Helena disse...

e quem gosta imenso de ti, está cá á tua espera...sempre!!

amigona!

 
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