13 outubro 2008

Enigmas

Dei por mim a perguntar-me onde estás? Que fazes a essa hora da tarde, ou do dia, ou da noite... que lugar ocupas no universo, neste ínfimo minuto em que apareceste na minha memória.

Recosto-me na cadeira e penso, como é bom puder lembrar-te assim ausente, longínquo, enigmático.
Como gosto desse teu jeito de te tornares invísivel entre duas breves e fugazes visões.

Pergunto por ti a mim, sabendo que não sei a resposta... Posso imaginá-la, sonhar com uma aparição quase divina... única, intensa, mas nunca inesperada.

Sei de cada vez que estás para breve... tal como aguardo os momentos em que de novo desapareces, para um outro mundo que nunca conheci...

Quero que sejas sempre assim... mágico, desejado, misterioso... aparecendo e desaparecendo ao sabor de um vento breve que passa forte e deixa a paisagem revolta... para de seguida partir rumo a outras paragens, lá longe...

Where are you now?

2 comentários:

Anônimo disse...

Always, and for ever, beside you.
...miau!

João Branco disse...

Eu, dado que não estou na confortavel posição (de anónimo) do comentador anterior, não posso dizer o mesmo. Mas que dá vontade, lá isso dá.

Bem, um miado, nunca fez mal a ninguém!

Miaaaaaau!

 
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